sábado, janeiro 07, 2012

Nota 3 - (Assessoria de comunicação)

Muvuca na Cumbuca: semana de comunicação da UFPA

A Semana de Comunicação da UFPA, Muvuca na Cumbuca, que terá seu início na próxima quarta-feira, dia 11 de maio, lançou, recentemente, a sua grade de programação para aqueles que gostariam de saber o que vai rolar durante o evento.
Grandes nomes da Comunicaçãofarão parte deste evento. Rogério Covaleski, Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC - São Paulo, LuliRadfahrer, PhD em Comunicação Digital, e personalidades famosas da rede social twitter, como os perfis @interney e @nairbello, que também vão dar a sua contribuição.
A programação conta, também, com a realização de oficinas, palestras, mesas-redondas e atividades culturais, tudo isso para entreter cerca de 500 estudantes, das mais diversas instituições de ensino de Belém, e profissionais, da área de comunicação, que estarão prestigiando o evento.

Nota 2 - (Assessoria de comunicação)

Estudante de Comunicação da UFPA recebe prêmio

O estudante do Curso de Comunicação Social da UFPA, Phillipe Sendas, ganhou, no último dia 30 de abril, o Prêmio José Marques de Melo de Estímulo à Memória da Mídia pelo seu artigo: Comunicação e História: a imprensa de Belém no alvorecer do século XX. O artigo de Phillippe é produto do projeto de pesquisa Jornais Paraoaras: Percurso da Mídia Impressa em Belém, realizado pela Faculdade de Comunicação, que também levou mais quatro trabalhos para serem apresentados no evento. “O percurso das notícias policiais na imprensa de Belém” e “Os protagonistas da imprensa belenense de 1820 e 1830”, das alunas Camille Nascimento e Julieth Corrêa. “Os primeiros passos do colunismo social no Pará: Folha do Norte e A Província do Pará” e “Oralidade amazônica nas páginas do alternativo Jornal Pessoal”, das professoras Netília Seixas e Célia Amorim.

Nota 1 - (Assessoria de comunicação)

Rádio Web UFPA estréia novo programa

Desenvolvido pela Rádio Web UFPA, O Projeto ‘Ciência Legal’ tem como objetivo a divulgação científica para o público infanto-juvenil, dando-lhes a oportunidade de conhecer sobre o que é produzido pela Universidade.
Serão produzidos dois programas por mês, com temas bem variados, escolhidos de acordo com o conteúdo programático dos alunos do ensino fundamental. Além disso, os programas contam com a participação de vários pesquisadores e cientistas da UFPA, respondendo às principais dúvidas das crianças sobre os temas do dia.
O programa deve ficar no ao durante todo o ano e conta com a ajuda de alunos e professores para a produção.

Visita à Rádio Educadora de Bragança

Local: Bragança, Pará, Brasil
Fotos: Amanda de Oliveira

















Jota Baía - Diretor geral.
Redator: Amanda de Oliveira | Horário: 10 da manhã
Data: 07/06/2011 | Retranca: Rádio na década de 40
Programa: Memórias do Rádio

LOC 1: Começa agora mais um ‘Memórias do Rádio’.
LOC 2: As histórias do veículo de comunicação mais importante da Amazônia.
LOC 1: Apresentação:
LOC 2: Na década de 40, o rádio começou a tomar novos rumos, tanto artística quanto comercialmente falando.
LOC 1: Um novo gênero popular surgiu: a radionovela. Ele foi originado no radioteatro, que fez muito sucesso na década de 30.
LOC 2: A primeira radionovela brasileira foi chamada de ‘Em busca da felicidade’, veiculada pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro em 5 de junho de 1941.
LOC 1: O texto original era de um autor cubano, Leandro Blanco, mas foi adaptado por Gilberto Martins.
LOC 2: No início, elas não despertavam tanto interesse. Mas, com o tempo, o número de radionovelas aumentou bastante.
LOC 1: Com isso, outras emissoras também começaram a investir nesse gênero, como a Rádio São Paulo.
LOC 2: Termina aqui mais um ‘Memórias do Rádio’.
LOC 1: Fique ligado! A gente volta a qualquer momento durante a programação.

Nota para rádio - 2

Redator (a): Amanda de Oliveira | Hora: 10:00 da manhã
Data: 12/04/2011 | Retranca: Rádio na década de 30
Programa: Memórias do Rádio

LOC 1: Começa agora mais um ‘Memórias do Rádio’.
LOC 2: As histórias do veículo de comunicação mais importante da Amazônia.
LOC 1: Apresentação:
LOC 2: A década de 30 foi um marco para a História do Rádio.
LOC 1: Com a publicidade legalizada no Governo Getúlio Vargas, em 1932, o rádio deu um impulso com as propagandas comerciais.
LOC 2: Nessa época, o descontentamento era grande com o Governo Getúlio, e a Rádio Record deu espaço para as personalidades discursarem.
LOC 1: Ele se tornou o principal veículo de divulgação de informação e de entretenimento. Era o começo da chamada ‘Era de Ouro’.
LOC 2: Foi nesse período que sugiram os primeiros anúncios comerciais cantados, que se tornariam os chamados ‘jingles’.
LOC 1: Algumas rádios começaram a receber o público em seus estúdios, pequenas orquestras eram organizadas e tocavam ao vivo.
LOC 2: O rádio lançou vários artistas, como o saudoso Noel Rosa e seus sambas.
LOC 1: Termina aqui mais um ‘Memórias do Rádio’.
LOC 2: Fique ligado! A gente volta a qualquer momento durante a programação.

Nota para rádio - 1

Redator (a): Amanda de Oliveira | Hora: 10:00 da manhã
Data: 31/03/2011 | Retranca: A história do rádio
Programa: Memórias do Rádio

LOC 1: Começa agora mais um ‘Memórias do Rádio’.
LOC 2: As histórias do veículo de comunicação mais importante da Amazônia.
LOC 1: Apresentação:
LOC 2: De todos os veículos de comunicação, o Rádio é considerado o mais imediato.
LOC 1: As primeiras experiências radiofônicas no Brasil aconteceram durante a comemoração do Centenário de Independência, em sete de setembro de 1922, no Rio de Janeiro.
LOC 2: Na ocasião, o então Presidente, Epitáfio Pessoa, se tornou a primeira pessoa a falar no Rádio, ao inaugurar a Primeira Estação de Rádio do País.
LOC 1: O começo foi bem precário. As firmas comerciais contribuíam com os discos.
LOC 2: Na década de 30, o Rádio foi regulamentado pelo Presidente Getúlio Vargas, e recebeu incentivos do poder público para seu desenvolvimento técnico, comercial e profissional.
LOC 1: Termina aqui mais um ‘Memórias do Rádio’.
Fique ligado! A gente volta a qualquer momento durante a programação.

Matéria para a Revista em comemoração aos 35 anos da Faculdade de Comunicação da UFPA

Nos anos 90, começaram os contatos com a internet

Por Amanda Silva

Caminhando para quinze anos de existência, o curso de Comunicação Social chegou aos anos de 1990 ainda enfrentando dificuldades técnicas e estruturais. E, como não poderia deixar de ser, foi uma década marcada pela luta dos estudantes por melhorias de condições e aquisição de equipamentos que os permitissem acompanhar o mercado de trabalho, onde a internet já começava a dar as caras.

As aulas de Laboratório sofriam, durante este período, dificuldades técnicas, pois os equipamentos necessários para a aprendizagem prática dos alunos não existiam, especialmente para os materiais impressos e as experiências com televisão. Nas aulas de fotografia, por exemplo, não havia máquinas fotográficas disponíveis. O professor, então, se via na situação de explicar, através do desenho da câmera no quadro, as suas funções. Ou seja, a aula na prática, era teórica. O mesmo acontecia nas aulas de planejamento gráfico, onde a falta de computadores obrigava os alunos a desenharem à mão o projeto gráfico de seus jornais.

Os equipamentos, na época, eram caros, e a Faculdade não conseguia acompanhar o desenvolvimento do mercado. Por esse motivo, os alunos não conseguiam usá-los da maneira que gostariam. Então, criaram a Política de Órgãos Laboratoriais (POL) – mecanismo que normatizava a utilização dos laboratórios, cujo objetivo era decidir, de maneira justa, a participação dos estudantes no uso desses equipamentos. Usando-os não somente nas salas de aula, mas, também, para produção externa, como na fabricação dos fanzines que eram distribuídos na Praça da República.

O primeiro contato da maioria dos estudantes com o computador ocorreu no estágio. A internet, o serviço de e-mail, sites de buscas, tudo isso facilitava o trabalho na hora de fazer pesquisas para as pautas e a manter contato com outras pessoas. É claro que nem todos tinham acesso a esses serviços, visto que somente aqueles que estagiavam em locais com equipamentos modernos aprendiam o que não era oferecido pela faculdade. “Por essa dificuldade de recursos aqui na universidade, pra gente aprender na prática era obrigado procurar o mercado, porque não tinha computador, não tinha estrutura”, revela Jumara Cardoso, que entrou no curso em 1993.

Mas, o final da década de 90 iniciou um novo marco para o curso de Comunicação Social. Os equipamentos estavam chegando, e os alunos começavam a ter mais proximidade com a realidade que o mercado de trabalho exigia.
Retomando as atividades em 3, 2, 1, já!