domingo, dezembro 05, 2010

Trabalho feito na disciplina Oficina de Texto/Criar um texto com as palavras escolhidas pela turma

Ao chegar ao salão de recreação do colégio, havia uma concentração de alunos em frente ao mural de avisos perto da janela. Alguns se esticavam nas pontas dos pés, outros em cima da cadeira, e até mesmo a mesa servia de apoio para a leitura do cartaz que informava o grande show da banda de rock de maior fama do momento. Eram muitos os que liam ao mesmo tempo e outros até cantavam uma canção. O professor pedia silêncio, mas não adiantava.
Tentando me aproximar do mural, ouvi alguém me chamando.
“Aline”, gritou o menino. Reconheci a voz de meu amigo João, que andou em minha direção e confirmou a notícia com uma euforia que raramente se via. João era apaixonado por aquela banda, ele mantinha um amor platônico pela vocalista do grupo. Eu também gostava da banda, logo fiquei muito animada.
Passada a euforia do momento começamos, então, a fazer planos para a ida ao show. E, de repente, uma dúvida pairou no ar: como iríamos ao show? Ambos, João e eu, éramos menores de idade e não poderíamos viajar sozinhos.
“Beleza... E agora, o que vamos fazer?” eu disse.
Égua, eu não acredito! O show da minha vida e eu não vou poder ir” falou João.
“Nossos pais não vão se deixar seduzir por nossa esperteza. Meu pai, então, não é nem um pouco liberal em relação a essas coisas” falei.
“Quem sabe se eu interagir de forma correta com a minha mãe ela deixe. Mas acho muito difícil...” respondeu João.
O sofrimento nos envolveu por um momento. Resolvemos, então, sair para comer e tomar aquele guaraná de açaí para esvair os problemas das nossas cabeças para pensar em como resolvê-los.
Começamos a nos reunir diariamente para decidirmos o que iríamos fazer. Primeiro, encomendamos uma identidade falsa para cada um. Depois, requeremos mesadas adiantadas de nossos pais dizendo que o dinheiro seria usado para suprir nossas necessidades de materiais para o colégio. João conseguiu uma carona com uns meninos do grupo de teatro que iriam fazer uma apresentação perto do local do show. João e eu diríamos aos nossos pais que iríamos a uma festa de aniversário de uma amiga nossa. Estava tudo perfeitamente planejado.
No domingo, dia do show, papai disse que queria ter uma ‘palavracomigo.
“Aline, nós vamos sair hoje. Vista sua melhor roupa, nada daquele seu jeans feio de sempre” ele avisou.
Fiquei intensamente nervosa.
“Pra onde?”, perguntei.
“Uma festa lá no Clube Mosqueiro. Um amigo está fazendo aniversário e comemorará lá.”
Por que eu tenho que ir? Já tinha um compromisso, eu lhe avisei do aniversário da minha amiga...”
“Eu me esqueci de lhe avisar, filha. Ele me pediu pra levar toda a família, você tem que ir!” ele terminou a conversa.
Foi como um veneno correndo por minhas veias, tudo iria dar errado. Mandei uma mensagem de celular para João avisando que eu não iria mais com ele e explicando a situação.
Já tinha tacado todas as minhas coisas na bolsa que levaria para o “aniversário”. Desarrumei a bolsa com truculência e peguei o vestido azul que usaria no show. Arrumei-me a passos de tartaruga, preocupada com João que iria sozinho ao show, e triste por não poder ir também.
Entre tantos devaneios, esqueci de passar perfume, não estava nem um pouco animada para sair. Olhei-me no espelho e reparei que aparentava um comportamento bisonho.
Quando estava no carro, percebi que estávamos indo por outro caminho. De repente, me deparei com o local do show, e papai e mamãe gritando: “surpresa!”. Um momento que guardarei eternamente e que nunca vou esquecer!
“É, parece que o destino me pregou uma peça” concluí.

Mídia e Verdade

Muitos veículos midiáticos, hoje, têm tomado posições que tendem a favorecer determinados ambientes e pessoas – políticos, melhor dizendo. Situação essa que, infelizmente, podemos acompanhar diariamente lendo jornais e revistas e assistindo a determinados canais de televisão. Isso nos remete a um dos maiores desafios do jornalismo de hoje: informar com responsabilidade e ética em meio a um crescente conglomerado de informações.
Os jornalistas exercem, também, a função de educadores e formadores de opinião. Portanto, eles devem, com honestidade, apresentar os fatos como eles realmente são. Não é só bombardear o leitor com informações, é necessário apurá-las e colocá-las sobre vários ângulos para que o público possa conhecer e opinar sobre a questão abordada. Coisa muito complicada de se fazer, pois qualquer pequeno erro pode fazer com que a matéria “ganhe um ar” sensacionalista ou algo do gênero.

O Menino do Pijama Listrado - Resumo

O Menino do Pijama Listrado mostra como, em tempos de guerra, a amizade de duas crianças, de realidades completamente diferentes, pôde ultrapassar todas as barreiras impostas pela realidade da Segunda Guerra Mundial e do Nazismo na Alemanha. Com uma nova abordagem sobre um tema já muito debatido, o autor apresenta a visão de uma criança sobre umas das mais terríveis tragédias do Século XX.
Bruno, um garoto de nove anos, é obrigado a deixar Berlim, junto com sua família, por conta do trabalho do pai, que era oficial do exército de Hitler, chamado “Fúria” no livro. Muda-se para um lugar isolado, exceto pelos companheiros de trabalho do pai, que invadem a todo o momento sua casa.
Através de sua janela, Bruno pôde ver o que lhe parecia uma enorme cerca de arame. Sobre a cerca havia longos rolos de arame farpado entrelaçados em espiral.
O que deve ser levado em consideração é a inovação do autor ao tratar de um assunto já muito debatido na sociedade. A ingenuidade de uma criança em contraste com o cenário de violência daquela época faz com que a trama ganhe um ar nvmaneira com a qual o autor
Com uma linguagem simples e fácil, é um livro que emociona pela dura realidade daquela época.

Trabalho de Produção de Texto/Prof. Dutra

Quando o Brasil foi escolhido para sediar as Olimpíadas de 2016, a população não se conteve. Foi um dia de festa no Rio de Janeiro! Provavelmente, a agitação se deveu ao fato da grandeza de tal evento e das vantagens advindas dele. Mas, depois de ouvir a notícia algo me veio à mente: como se concentrar em construir estádios quando há tanta gente pobre em meio a esse cenário? Comparo essa situação com a política do “pão-e-circo”, só que sem o pão. O povo não terá acesso à grande parte dos benefícios recebidos, poderá, no máximo, assistir aos jogos (aqueles que tiverem uma televisão), mas ainda dormirá com fome. Não estou dizendo que sou contra o país ser sede de tal acontecimento, pelo contrário, fico feliz. Mas não podemos nos esquecer das mazelas que assolam o nosso país.

De volta à ativa!

Depois de muitos meses de repouso, o blog voltará a funcionar o mais breve possível, com novos trabalhos e textos produzidos.

sábado, junho 12, 2010

Biblioteca Central da UFPA

Trabalho feito para a disciplina Redação Jornalística (Dutra)

Biblioteca Central da UFPA:
Um toque de modernidade entre os resquícios do passado


Livros que datam do século XVII, Obras Raras, Coleção Amazônia, Dissertações e Teses, Obras em Braille, CDR, VHS, DVD, além de outros itens, fazem parte do acervo da Biblioteca Central (BC) da Universidade Federal do Pará, fundada em 19 de dezembro de 1962.
Nesses 48 anos de existência, a Biblioteca Central sempre buscou atender às demandas requeridas pelos estudantes. Nessa busca, a utilização de meios digitais foi extremamente importante para que houvesse uma melhora nos serviços ofertados pela Biblioteca.
Enquanto nas bibliotecas tradicionais o acervo e o armazenamento da informação ficam em salas especiais e estantes, ocupando um espaço físico considerável, o mesmo não acontece com a Biblioteca Digital. E foi em meio a esse cenário que a Biblioteca Central da UFPA começou a dar os primeiros passos para a mudança de seu espaço.
Hoje, todo o catálogo do acervo fica disponível on line através do site da Biblioteca Central (www.ufpa.br/bc), assim como o acesso ao Portal de Periódicos, às Teses e dissertações e às Bases de Dados. A Biblioteca possui, também, computadores de pesquisa, onde podem ser feitas buscas dos livros que o usuário deseja encontrar, incluindo os livros das bibliotecas setoriais e das bibliotecas de outros campi. Esse serviço também está incluído no site, para que o usuário possa fazer a pesquisa em casa.
Além disso, a Biblioteca Central possui, hoje, uma parte dedicada aos alunos com deficiência visual e aqueles de baixa visão. Um grande passo para uma maior integração desses alunos com a Universidade através de mecanismos da era digital.
Como exemplos de serviços advindos desses mecanismos, podemos citar a digitalização e impressão de livros e apostilas, que são encomendados pelos alunos. Existem, também, três computadores com modernos programas sintetizadores de voz. “Aqui, os alunos podem fazer leituras através da audição” conta Sezarina Rayol, responsável pelo espaço.
Em março desse ano, a Biblioteca recebeu computadores novos. Esses computadores proporcionarão acesso gratuito à internet durante quarenta minutos para cada usuário.
Esses processos foram importantes para tornar mais fácil a obtenção de informações, para que houvesse uma maior agilidade no atendimento e para uma maior eficiência nos serviços prestados.

quinta-feira, junho 03, 2010

Que jornalismo se ensina na escola?

Dica de leitura:

FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL
Que jornalismo se ensina na escola?


http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=592DAC001

Aula de diagramação

segunda-feira, maio 17, 2010

Trabalho de adaptação de conto literário para a web.

17 de maio de 2010 às 15:02 hrs.

Fortunato Gomes da Silveira, 40, trabalhava como Administrador e Chefe dos Enfermeiros na Clínica Casa de Saúde. Era considerado um homem calmo e esforçado em seu trabalho. O cuidado com o qual tratava seus pacientes e o tempo que se dispunha para tomar conta deles sempre chamaram a atenção de seus colegas de trabalho.

Certo dia, Garcia, sócio de Fortunato na clínica, recebeu uma ligação da esposa deste, Maria Luísa. Exasperada, ela contou que o marido estava enlouquecendo, mantinha-se trancado no laboratório que havia construído em casa para rasgar e envenenar cães e gatos. Os gritos dos pobres animais atormentavam Maria, que se viu forçada a pedir ajuda.

De fato, a cena que Garcia viu ao entrar no laboratório de Fortunato não chegava nem perto do relato feito por Maria Luísa. Por isso, achamos melhor não descrevê-la aqui.

Depois de ter visto o que Fortunato era capaz de fazer, Garcia resolveu investigar Fortunato na Clínica. Descobriu que Fortunato era um sádico, e que, quando estava trabalhando, deixava de dar morfina a pacientes que estavam perto da morte e ficava lá, no quarto deles, vendo-os sofrer. Ao descobrir isso, avisou imediatamente à polícia.

Fortunato foi preso e está à espera de julgamento.

sábado, maio 15, 2010

O papel do jornalismo na era da inovação digital

Dica de leitura:

O papel do jornalismo na era da inovação digital

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=589ENO007

terça-feira, abril 27, 2010

Diferença entre Jornalismo 1.0, Jornalismo 2.0 e Jornalismo 3.0

- Jornalismo 1.0: transmite conteúdo tradicional de meios analógicos ao ciberespaço. Era apenas a transposição do jornalismo impresso para a rede.
- Jornalismo 2.0: é a criação de conteúdo de e para a rede. A partit daí, o conteúdo do jornal impresso começou a se adequar ao modo de funcionamento da rede.
- Jornalismo 3.0: socializa esse conteúdo e os próprios meios. O que significa dizer que hoje existe uma interatividade entre todos esses conteúdos produzidos em rede.

terça-feira, abril 20, 2010

Jornalismo 3.0 : Blogs

A emergência do chamado Jornalismo 3.0 é o assunto principal do livro BLOGS: Revolucionando os meios de comunicação. Nessa nova era de um constante fluxo de informações, somos bombardeados diariamente com notícias não só sobre o local em que vivemos, mas também sobre o que acontece ao redor do mundo. Entupidos com tantas informações absorvidas de uma só vez, sentimos a necessidade de nos expressarmos a favor ou contra determinada coisa. E esse novo espaço atual de comunicação nos possibilita a realização dessa necessidade. Esse é o papel do Jornalismo 3.0. Uma coisa boa a esse respeito é que as informações, antes produzidas só pelos grandes meios massivos de comunicação, hoje podem ser produzidas por "pessoas normais" com pontos de vista diferentes. E isso é bom para o público, conhecer as diferentes visões que existem entre as pessoas.
As relações entre público e as mídias em geral têm mudado bastante durante os últimos anos, e os blogs são um exemplo claro disso. Se antes eles eram tidos como meios bastante informais de se comunicar, ás vezes como se fossem diários onlines, essa é uma concepção antiquada para as novas formas que o blog tomou. Hoje, eles se tornaram algo sério, fazem parte do meio jornalístico e agradam boa parte do público. Cada vez mais cresce o número de participantes desses meios.

terça-feira, abril 06, 2010

O site Folha Online é um dos mais importantes do nosso país, atualmente. A variabilidade de notícias é, sem dúvida, o atrativo do site. Ele é dividido por partes, onde podemos acompanhar desde notícias sobre o meio ambiente, passando pela parte de culinária, e chegando até o meio político. Com imagens na medida medida certa, sem poluir a página. E uma observação muito importante, o site apresenta uma parte intitulada de "em cima da hora" onde são postados fatos que literalmente "acabaram de acontecer". Não deixa a desejar para outros jornais.

sexta-feira, março 26, 2010

Produção de Texto / Tema: Influência da tecnologia na vida do homem

Quando o homem primitivo, há muitos anos atrás, aprendeu as técnicas de como fazer fogo e usar as peles de animais que caçava como protetores para si mesmo não tinha noção do grande passo que acabara de dar. Com tais iniciativas, o homem começou a trabalhar para aprimorar tais técnicas e, também, desenvolver novos meios de sobrevivência. O resultado de tanto trabalho nós podemos encontrar agora.
Fato é que hoje vivemos em uma sociedade cercada por aparatos tecnológicos que tornam a nossa vida muito mais simples. Seja no trabalho, no colégio ou em casa, a utilização desses aparatos se tornou tão presente em nossas vidas que hoje somos dependentes dessas novas tecnologias.
Benefícios incontáveis já surgiram a partir daí. Seja na área da saúde, da educação, enfim, não há como evitar dizer que a tecnologia e seus avanços não contribuíram em todos os setores da sociedade.
Além de tudo isso, essas tecnologias podem ser adquiridas com fácil acesso, chegando a maior parte da população (não que o problema da inclusão digital não exista mais), facilitando o envolvimento de todos com o que acontece ao redor do mundo e proporcionando interação entre as pessoas.

terça-feira, março 23, 2010

Apresentação

Blog inaugurado pela disciplina Laboratório de Jornalismo/Informática ministrada pela Professora Kalynka Cruz, jornalista e designer.
1º semestre/2010
Comunicação Social-UFPA